O
amor e o amar . Publicado no jornal Pampa 11-07-2009
Os
trovadores do século XII foram os
primeiros, no ocidente, a pensar no amor como vemos e fazemos hoje, como uma
relação entre duas pessoas.
Na
tradição cristã o amar é, antes de tudo, um exercício, é reconhecer e amar o
outro como a si mesmo, até o inimigo; é um exercício de liberdade, como Cristo
nos amou.
No budismo
a arte de amar se corporifica no amor por compaixão. É o amor do bem, a lacuna
da plenitude. Aqui passamos do contrário ao complementar. É preciso passar a
perceber que a palavra ou a ação do outro, que parece contrária a mim, é, na
verdade, complementar.
O
amor é um estado de consciência. Nós amamos de acordo com nossas crenças.
Algumas
crenças positivas podem melhorar o relacionamento amoroso:
- Sou
digno de ser amado.
- Posso
receber amor sem ser cobrado por isso.
- Podemos
confiar um no outro e manter o respeito mútuo.
- Posso
amar e ser amado sem sofrimento.
- Se
me entregar não significa que serei dominado.
- Posso
expressar-me sem me sentir inferiorizado ou enfraquecido.
- Posso
falhar e cometer enganos e ser amado.
- Podemos
amar a nós mesmos e aos outros.
- Meu
relacionamento sempre me permite descobrir e aprender algo de novo.
- Posso
não estar junto, posso contradizer e continuar a ser amado.
Deepak
Chopra diz: “Na medida que você conhece o amor, você se torna o amor. O amor é
mais que uma emoção, ele é uma força da
natureza. O amor mais puro situa-se onde é menos esperado, no desapego.”
Assim,
quando você ama cria seu próprio universo durante o caminho. Não existe caminho
para ser feliz. A felicidade é o caminho. Ame e seja feliz.
Universidade Holística Internacional -Unipaz- Santa Maria -
Turma I
Terapeuta naturista e holística
ANTN Nº2058
Zero Hora – Caderno
Pampa Nº106
Bagé, sábado,11 de julho de 2009
Este caderno circula
encartado na Zero Hora na triagem regional: Bagé, Aceguá, Dom Pedrito, Hulha
Negra, Colônia Nova, Candiota, Pinheiro Machado.
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