domingo, 18 de março de 2012

Força das palavras Artigo publicado jornal pampa 18-10-2009


Força das palavras                      Publicado 18-10-2009                    

Cuidado ao escolher as palavras

A maneira como falamos reflete o que pensamos e condiciona nossas atitudes, nosso comportamento e o efeito em nosso físico. As palavras usadas, principalmente se repetidas frequentemente, ficam gravadas no inconsciente e se tornam parte ativa da nossa condição. Por isso, é preciso cuidado com as palavras utilizadas. 
Existe um velho ditado que diz: “Torça sua língua sete vezes, dentro de sua boca antes de pronunciar qualquer palavra”.

As palavras... elas são poderosas, perigosas. Quando bem colocadas, projetam um pouco do nosso mundo interior. Colocamos para fora, por meio da verbalização, sentimentos e emoções que precisam ser ditos e revelados, pois são conteúdos importantes não apenas para quem fala, mas também para quem ouve, e, portanto, devem ser expressos.

 A palavra e o som agem direto na imaginação. A voz não é apenas a indicação do caráter de uma pessoa, é também a expressão de seu espírito.
Os profetas da Índia dizem existir três tipos de voz: a do poder, a da beleza e a da sabedoria.
Pela voz podemos descobrir em que estágio se encontra a pessoa: infância, adolescência, mocidade ou se tem idade mais avançada.
Vocês já notaram que as pessoas felizes têm uma voz diferente daquelas que não o são? 
Conta uma parábola que, certa vez, um sultão sonhou que havia perdido todos os seus dentes. Logo que despertou mandou chamar um adivinho para interpretar seu sonho. O adivinho disse que era uma desgraça, que cada dente caído representava a perda de um parente do sultão. O soberano gritou enfurecido a seus guardas para que dessem 100 chibatadas no insolente adivinho. Mandou trazer outro e contou a ele o mesmo sonho. O segundo adivinho disse que ele teria uma grande felicidade, e que deveria sobreviver a todos os parentes. O sultão, feliz, mandou dar 100 moedas de ouro ao adivinho. 
Um dos grandes desafios da humanidade é expressar a arte de comunicar-se.
Da palavra muitas vezes depende a felicidade ou então a desgraça de alguém.
A palavra pode ser considerada como uma pedra preciosa. Se a lançarmos no rosto de alguém, ela pode ferir, provocando dor, mas se a envolvermos em delicadas embalagens e oferecermos com ternura, certamente será aceita com felicidade.

É sábio de nossa parte, antes de dizer aos outros o que julgamos que é uma verdade, dizer a nós mesmos diante do espelho.                                                  

                                                     Vera Maria Leal Jardim

                               Parapsicóloga clínica - AEPERS Nº Registro. 17120/09
                               Universidade Holística Internacional - Unipaz -Turma I
                                   Terapeuta naturista e holística - ANTN Nº2058 


Zero Hora – Caderno Pampa Nº121
Bagé, domingo, 18 de outubro de 2009 
Este caderno circula encartado na Zero Hora na triagem regional: Bagé, Aceguá, Dom Pedrito, Hulha Negra, Colônia Nova, Candiota, Pinheiro Machado, Alegrete, Cacequi, Campo Seco,Manoel Viana,
Santana do Livramento, São Francisco de Assis, Rosário do Sul, Quaraí e São Gabriel.




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